Museu de Arte do Parlamento de São Paulo
10/06/2009 14:31
Segundo a história, a origem do Dia dos Namorados tem suas raízes nas festas pagãs da Roma Antiga, dedicadas a Lupercus, protetor dos rebanhos e dos pastores e a Juno, deusa do amor. Apesar do dia ser comemorado na Europa e na América do Norte no dia de São Valentim, a 14 de fevereiro, o Brasil desde 1949 o comemora a 12 de junho, às vésperas das festas de Santo Antonio, conhecido como santo casamenteiro.
Com apoio da Federação do Comércio do Estado de São Paulo e com o intuito de melhorar as vendas do mês de junho, considerado o mais fraco do ano comercialmente falando, uma campanha idealizada pelo publicitário João Dória a pedido da extinta rede de lojas Clipper, foi possível instituir oficialmente a data.
Aproveitando da data, hoje popularmente enraizada nos nossos costumes, selecionamos diversas esculturas do acervo do Museu de Arte do Parlamento de São Paulo, com a finalidade de transmitir uma mensagem cultural aos enamorados de todas as idades.
"A bela e a fera" - Adina Worcman
A artista não faz concessões à sua criatividade: constrói suas figuras com sobriedade e as enriquece, transformando-as em corpos vivos e móveis.
"O abraço" - Edgar Duvivier
A ascendência dos escultores clássicos, a direta observação do "verdadeiro" e um sentimento poético feito de delicadeza e de sensualidade sempre caracterizaram a sua obra, com uma seqüência até sua morte. A própria vida e a realidade de seu próprio habitat foram fontes inesgotáveis de inspiração.
"Espera" - Lúcia Crestana
Tendo sempre presente a exigência da síntese, da força expressiva interior, da tensão dinâmica que a adesão espiritual aos nossos tempos implica, a artista encontrou um seu estilo, um seu caráter, um seu autônomo poder de linguagem.
"Romance II" - Margarita Farré
Existem em suas esculturas uma série de contrastes lineares e de massas carregadas de energia que determinam, muitas vezes, fortes tensões, as quais permeiam o conjunto de um sentido de luta e de drama.
"Enamorados" - Bete Martins
Clássica e moderna ao mesmo tempo, sua mensagem cultural fermenta e revive numa intuição atual da vida e do ser humano, onde exprime, além da imagem, a ansiedade e a inquietação interior. Em virtude de um esforço íntimo para alcançar um "gosto expressivo" e pessoal, o clássico e o contemporâneo conseguem coabitar em sua obra sem choques possíveis.
"A espera" - Renato Masson
O registro de suas obras compreende na maioria corpos unidos, cabeças simples modeladas, figuras femininas isoladas. O artista trata as formas e as proporções dos corpos que cria da maneira mais livre e dentro de um expressionismo singular.
"Abstraindo o Tango" - Carina Edenburg
A obra dessa jovem artista sugere a terceira dimensão por intermédio das sutis relações entre os contornos, as silhuetas e as aberturas operadas no corpo da obra.
"Fusão" " Helena Coluccini
Na capacidade de manifestar os estados de espírito, os impulsos que determinam a criação da própria obra, a artista reevoca visões, sentimentos, situações e atmosferas vívidas.
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