Ato público discute cidadania e representatividade policial
Foi realizada na Câmara Municipal de Guarujá, audiência pública para discutir cidadania e representatividade policial. Olimpio Gomes (PDT), um dos participantes, destacou o estímulo que o comandante geral da Polícia Militar, o coronel Álvaro Batista Camilo, dá aos seus policiais para participarem de eventos em prol da população
O policial militar tem restrições para a participação política. O artigo 142 da Constituição Federal proíbe que tenha vínculo com partido político: só pode se filiar a um partido três meses antes das eleições.
O policial militar, ainda segundo a Constituição Federal, não pode ser sindicalizado e nem promover paralisação das atividades ou greve. Com a ajuda das câmaras municipais de todo o Estado de São Paulo, das pessoas que têm sensibilidade e respeito pelo serviço do policial, audiências públicas têm sido realizadas com o objetivo de discutir a importância da representatividade para a família policial.
"Em 2012 teremos eleições municipais e será um grande desafio aumentar o número de vereadores e prefeitos policiais militares. Este é o sentido de nossa luta: apoiar aqueles que buscam um partido", afirmou Olimpio.(da)
molimpio@al.sp.gov.br
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